Sempre que uma amiga conta que encontrou o anticoncepcional perfeito, vem aquela dúvida silenciosa: será que funciona para mim também? O Dia Mundial da Contracepção, celebrado em 26 de setembro, existe para abrir exatamente esse tipo de conversa, porque escolher um método contraceptivo envolve corpo, rotina, planos de futuro e, acima de tudo, informação de qualidade.

E se informar sobre o próprio corpo é uma forma de cuidado tão legítima quanto qualquer outro gesto da sua rotina, ainda que quase ninguém fale sobre isso em voz alta.

Por que o Dia Mundial da Contracepção importa tanto?

A data foi criada para ampliar o acesso à informação sobre contracepção, e os números explicam bem essa urgência: segundo dados, cerca de metade das gestações no mundo não é planejada, enquanto no Brasil a taxa de gravidez não planejada subiu ao longo dos últimos levantamentos.

Boa parte disso não vem da falta de opções, e sim da falta de conversa, porque muita mulher escolhe um método por indicação de terceiros, sem entender como ele age no corpo dela, o que sente depois e o que poderia mudar.

Falar sobre métodos contraceptivos sem vergonha, com nome próprio e sem rodeios, é o primeiro passo para que a escolha seja realmente sua.

Não existe um método contraceptivo ideal para todas as mulheres

Pílula, DIU de cobre, DIU hormonal, implante, adesivo, anel vaginal, injetáveis e camisinha compõem um leque amplo, e o Ministério da Saúde disponibiliza gratuitamente a maior parte deles pelo SUS, com orientação de profissionais na atenção primária.

Aquela história de que determinado método é maravilhoso porque funcionou para a fulana pode ser verdade para ela, sem que isso diga qualquer coisa sobre você, já que corpo, histórico de saúde, rotina e planos de vida mudam de mulher para mulher.

Por isso, a escolha do método contraceptivo é uma decisão íntima que ganha muito quando acontece junto de um profissional de confiança, e não no grupo da família ou nos comentários de uma rede social.

Como escolher o melhor método contraceptivo?

A resposta mais honesta é: depende. O método que se encaixa bem varia conforme seu corpo, seus horários, seus planos de engravidar ou não no futuro, os efeitos que você já sentiu antes e até a sua relação com a memória, porque quem esquece um comprimido três vezes por semana talvez se dê melhor com uma opção de longa duração.

Na consulta, vale contar tudo mesmo: se teve sangramentos fora de hora, se a libido caiu, se o humor mudou, se sentiu ressecamento íntimo depois de começar um anticoncepcional, porque cada detalhe ajuda o ginecologista a ajustar a escolha ao seu dia a dia.

E vale lembrar que trocar de método não é fracasso, é ajuste, então nada de continuar com uma opção que incomoda só porque foi ela que você começou a usar.

Camisinha e dupla proteção continuam na conversa

Prevenir uma gravidez e se proteger de infecções sexualmente transmissíveis são coisas diferentes, e essa distinção costuma passar batida quando a mulher já usa um método hormonal eficaz.

A camisinha segue como a única forma de reduzir o risco de ISTs, por isso a dupla proteção, que combina um método contraceptivo com o preservativo, continua a recomendação quando existe possibilidade de exposição.

Puxar esse assunto antes da relação pode parecer desconfortável no começo, ainda assim vale muito mais do que alguns minutos de constrangimento.

Conhecer seu corpo também faz parte da contracepção

Você sabe como é o seu ciclo, o que muda no corrimento ao longo do mês, como sua microbiota vaginal responde a um período de estresse? Prestar atenção a esses sinais é o que permite perceber quando algo saiu do lugar depois de iniciar ou trocar um método.

Alterações hormonais podem mexer com a lubrificação natural, com a libido e com o conforto na região íntima, e isso não é frescura nem motivo para silêncio, é informação clínica que merece espaço na consulta e também na sua rotina de cuidado íntimo.

O cuidado íntimo que acompanha a sua escolha

A contracepção cuida do planejamento, e a saúde íntima cuida do que você sente no corpo todos os dias, então uma coisa não substitui a outra. Com ingredientes naturais e fórmulas suaves, a NUAÁ acompanha cada fase dessa jornada:

Produto NUAÁ

Para que serve

Onde encontrar

Sabonete íntimo

Higiene diária com fórmula suave, que respeita o pH ácido e a microbiota vaginal

Sabonetes Íntimos

Hidratante vaginal

Ressecamento íntimo, inclusive o que aparece com mudanças hormonais e na menopausa

Hidratante Vaginal

Lubrificante íntimo

Conforto e prazer nas relações, quando a lubrificação natural diminui

Lubrificantes Íntimos

 

Nenhum desses produtos previne gravidez ou ISTs, e nem é essa a proposta: eles cuidam do conforto, do equilíbrio e do bem-estar íntimo enquanto você decide, com apoio profissional, o que faz sentido para o seu momento.

Sua escolha, seu corpo, seu tempo

O Dia Mundial da Contracepção não veio para apontar o método certo, e sim para lembrar que informação é o que transforma uma imposição em escolha. Você não precisa decidir tudo hoje, pode pesquisar, conversar, marcar consulta e mudar de ideia pelo caminho.

E enquanto essa decisão amadurece, seu corpo continua merecendo atenção diária, com produtos que respeitam o pH ácido da região íntima e a sua fase de vida.

Cuidar de você também é conhecer suas escolhas. Conheça a loja completa.

Perguntas frequentes sobre contracepção

Qual é o melhor método contraceptivo? 

Não existe um que seja melhor para todas, porque a escolha depende do seu corpo, da sua rotina e das suas preferências, e um profissional de saúde é quem pode indicar a opção mais adequada para você.

Quem toma anticoncepcional precisa usar camisinha? 

O anticoncepcional ajuda a prevenir a gravidez, porém não protege contra ISTs, então a camisinha continua indicada sempre que existe risco de exposição.

Posso trocar meu método contraceptivo? 

Sim, e você não precisa esperar meses de desconforto para isso, basta conversar com seu ginecologista sobre outras opções disponíveis.

O anticoncepcional pode causar ressecamento íntimo? 

Algumas mulheres relatam mudanças na lubrificação natural com métodos hormonais, por isso vale levar a queixa para a consulta e, em paralelo, apoiar a região com um hidratante vaginal indicado para esse tipo de desconforto.

 

Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação, diagnóstico ou orientação de profissionais de saúde.